A refinaria da Ecoslops que transforma resíduos marítimos em combustível e betume, opera no Terminal de Granéis Líquidos do Porto de Sines, ao abrigo de uma subconcessão da CLT, empresa detida pela Galp.

Desde que a refinaria está em operação, foram evitadas emissões de 130 mil toneladas de CO2 e foram produzidas mais de 200 mil toneladas de combustíveis reciclados.

Pedro Simões, diretor geral da Ecoslops, destacou em declarações à Rádio Sines o trabalho realizado em Sines, desde 2015.

O responsável afirmou que as negociações para a renovação da subconcessão entre a Ecoslops e a CLT empresa do grupo Galp estão em curso.

Pedro Simões declarou acreditar que o trabalho que a Ecolops está a desenvolver em Sines vai continuar nos próximos anos e caso a concessão seja renovada, a empresa de capitais franceses, tem previstos investimentos para aumentar a capacidade da refinaria e criar novos postos de trabalho.

Estão previstos investimentos de cinco milhões de euros na refinaria, aumentando a capacidade anual em 40%, para 35 mil toneladas, e elevando as receitas para cerca de 15 milhões de euros por ano. 

Ao longo da subconcessão, a Ecoslops investiu mais de 35 milhões de euros em manutenção e modernização das infraestruturas.

A refinaria da Ecoslops começou a funcionar em 2014 utilizando uma tecnologia que os responsáveis garantem ser “única no mundo” porque transforma os óleos residuais dos navios em fuel, gasóleo e betume, através da refinação e reciclagem.