De acordo com o comunicado enviado pela empresa, o desempenho histórico foi fortemente impulsionado pelo aumento da produção petrolífera no Brasil, pela dinâmica positiva nas exportações de produtos refinados e pelas operações de compra e venda de petróleo e gás nos mercados internacionais.No balanço acumulado dos primeiros nove meses deste ano, o resultado líquido ajustado a custo de substituição (RCA) da petrolífera portuguesa ascendeu a 1,49 mil milhões de euros, o que representa um avanço de 54% face ao período homólogo de 2025. A sólida performance operacional refletiu-se igualmente no resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (EBITDA) ajustado, que deu um salto de 67% entre julho e setembro, fixando-se nos 1.522 milhões de euros. Olhando para o cômputo dos três primeiros trimestres do ano, o EBITDA da energética nacional progrediu 54%, atingindo os 3.737 milhões de euros e consolidando a tendência de forte rentabilidade da empresa ao longo do exercício de 2026.