Após reuniões com a empresa pública, a autarquia enviou múltiplos ofícios detalhando os pontos críticos que colocam em risco a segurança rodoviária e a circulação de pessoas e bens, exigindo uma resposta célere.

As principais preocupações da autarquia centram-se na EN390, no troço que liga São Domingos ao cruzamento para Vale das Éguas, e na EN120, entre a sede do concelho e o cruzamento da Tanganheira.

Segundo a autarquia, estas vias apresentam fortes marcas de desgaste, registando-se "depressões, abatimentos e outras irregularidades que comprometem as condições de circulação e representam um risco para a segurança rodoviária".

A par do mau estado do piso, a acumulação de mato e a falta de limpeza das bermas motivaram alertas para os troços da EN261-3, entre Santiago do Cacém e o novo nó da A26 no Poço da Obra, da EN120, até ao Cercal do Alentejo, e da EN121, na ligação entre São Bartolomeu da Serra e Ermidas-Sado.

O executivo municipal adverte que "o crescimento acentuado da vegetação reduz a visibilidade dos condutores, oculta parcialmente a sinalização rodoviária e aumenta o risco de incêndio".

Perante este cenário, o Município de Santiago do Cacém assegura que "continuará a acompanhar de perto estas situações", mantendo a pressão institucional sobre a IP para salvaguardar os interesses e a integridade da população local.