Para erradicar focos de criminalidade, reduzir o risco de incêndio e devolver a tranquilidade aos moradores e visitantes, as equipas avançaram para o encerramento definitivo e emparedamento das estruturas identificadas.

Segundo as autoridades, esta medida pretende evitar que os espaços voltem a ser invadidos, garantindo o impacto da operação a longo prazo.O dispositivo envolveu uma forte coordenação entre diferentes organismos.

No terreno, além do Posto de Sines e do Destacamento de Santiago do Cacém da GNR, a ação contou com o apoio do Destacamento de Intervenção de Setúbal, dos Bombeiros Voluntários de Sines e do Serviço Municipal de Proteção Civil.

A vertente humanitária e de fiscalização ficou assegurada pela Autoridade de Saúde do Alentejo Litoral e pelos serviços de Ação Social, Fiscalização e Ordenamento do Território da autarquia.

Em balanço, as entidades confirmaram que as metas traçadas foram totalmente cumpridas. Deixaram ainda o aviso: as ações de fiscalização nesta região do litoral alentejano vieram para ficar e vão continuar no futuro.