No início do mês, os proprietários florestais já tinham pedido o prolongamento do prazo para a limpeza de terrenos, para prevenir incêndios rurais, apontando falta de mão-de-obra e aumento de custos.

Até agora, os prazos para os trabalhos de gestão de combustível na rede secundária, no âmbito das medidas de prevenção de fogos rurais, iam até 30 de junho apenas nos concelhos abrangidos pela declaração de calamidade, devido às tempestades de janeiro e fevereiro.

As coimas por falta de limpeza podem ir desde 150 a 1.500 euros, para pessoas singulares, podendo atingir 10 mil em casos específicos, e até 25 mil para pessoas coletivas.