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Segundo o Resumo Não Técnico do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projeto, divulgado pela Agência Lusa, trata-se de um investimento da empresa Águas de Santo André (AdSA) para melhorar a eficiência da ETAR, que trata águas residuais urbanas e industriais.

Além da “modernização tecnológica e operacional da infraestrutura”, o investimento permitirá maior “flexibilidade para a adaptação aos novos requisitos previstos pela revisão da Diretiva de Águas Residuais Urbanas”.

A empreitada prevê a demolição de algumas das infraestruturas e órgãos existentes, a reabilitação/otimização de outras, a construção de novas infraestruturas e a instalação de uma central fotovoltaica, num prazo aproximado de dois anos.