De acordo com a instituição, que gere o Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém e os centro de saúde dos cinco concelhos da região, trata-se de “um dos mais relevantes processos de modernização tecnológica dos últimos anos”, tendo sido financiado pelo PRR – Programa de Recuperação e Resiliência.

A ULSLA adianta que, no caso das novas salas de TAC, já em funcionamento, “representam um significativo reforço da capacidade de diagnóstico da instituição”.

Estes equipamentos permitem um “aumento da rapidez e precisão na realização de exames”, uma “maior eficiência na resposta a situações de urgência e internamento”, a “melhoria da experiência do utente através de ambientes renovados” e uma “maior fiabilidade e continuidade assistencial, apoiada por nova certificação e atualização técnica do sistema”.

Já a implementação de um robot cirúrgico, cuja fase de formação e preparação da equipa clínica arranca “em breve”, permitirá uma “maior precisão cirúrgica através de sistemas avançados de navegação e imagem” e a realização de procedimentos “menos invasivos, com menor dor pós operatória e redução de complicações”.

O novo equipamento possibilitará também “recuperações mais rápidas e menor tempo de internamento”, “condições de trabalho mais ergonómicas e seguras para as equipas clínicas”, e a “realização de cirurgias de elevada complexidade com maior diferenciação técnica”.

“Com esta aposta em tecnologia avançada, a ULSLA pretende ser mais atrativa e assim captar e reter mais recursos humanos qualificados, oferecendo melhores condições de prática clínica, inovação e desenvolvimento profissional”, conclui a instituição.